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Não foi nada fácil, acreditem:
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Fazer compreender que, na Europa, só havia três países que não tinham associações como a que pretendíamos criar e, Portugal era um deles.
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Chamar os pais a partilhar a sua
dor porque, o sofrimento partilhado é menos difícil de carregar.
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Reunir o número de pessoas necessário e eram dezoito, para constituir a Associação.
Mas conseguimos e a 31 de Janeiro de 1996
foi lavrada a escritura
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